RELATÓRIO E CONTAS 2016 | ASSOFT


Relatório e Contas 2016

Relatório e Contas 2016


Plano de Atividades 2017-2019Atividades 2017-2019
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Proposta de Orçamento 2017Proposta de Orçamento 2017
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Relatório e Contas 2016Relatório e Contas 2016
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Mensagem do Presidente


Caros Associados,

Luís Sousa, Presidente da DireçãoO ano de 2016 embora difícil para empresas e empresários, mostrou ser um ano de viragem na recessão económica, tendo-se assistido a diversos sinais indicadores de retoma, se bem que modestos, o que nos obriga a todos a sermos conservadores nas expectativas e, consequentemente, realistas: Portugal continua a enfrentar grandes desafios num cenário europeu complexo e com problemas sérios, integrado numa Europa que reconhece hoje ter o seu maior potencial de crescimento na economia digital – o mercado de atuação natural dos nossos associados.

A ASSOFT, ao dedicar todo o seu esforço ao sucesso das empresas de desenvolvimento de software, empresas que vivem e têm a sua prosperidade associada à penetração tecnológica, saber que, segundo a IDC, o mercado português de Tecnologias de Informação e Comunicação projeta um crescimento para 2017 de 1,5% alavancado sobretudo no potencial de crescimento do setor de T.I. são boas notícias. É, contudo, vital que o mercado de T.I. tenha consciência da crescente e significativa transferência para a utilização de soluções e tecnologias móveis, de cloud computing e internet of things. Há oportunidade, mas temos de nos adaptar acompanhando estas tendências atuais em termos da utilização de tecnologia, para ser possível aspirar ao sucesso.

E é precisamente na capacidade das empresas portuguesas de software em investir nestas novas tendências, adaptando, e porque não, inovando a sua oferta, que está o nosso maio desafio como País e como Associação. Vemo-nos como a entidade que, mais que nenhuma outra, tem a capacidade e obrigação de criar parcerias e sinergias que ajudem a indústria portuguesa de software a compreender onde está a sua maior oportunidade, a par com execução de projetos de angariação de fundos comunitários que possibilitem às empresas “aligeirar” as suas necessidades de investimento.

Em 2016 superámos o plano base, gerando resultados que serão incorporados nos capitais próprios, apesar de continuarmos a assistir à desistência de alguns dos nossos associados mais antigos, associada também a situações de dificuldade económica, por vezes com algumas situações de falência. 

A aposta na abertura de novas frentes de atividade, efetuada no início do presente triénio, revela-se um sucesso. Complementando as tradicionais atividades da ASSOFT, na conformidade de licenciamento de software e interface da indústria de software com organismos governamentais, a reativação do apoio aos associados no acesso a fundos comunitários para a modernização e internacionalização que, para além de os capacitar financeiramente na conquista dos seus desafios pessoais, libertou uma margem importante para duas grandes ações chave: resolução completa do passivo de M.L.P. junto dos principais credores e a possibilidade de nos prepararmos para um ano de atividades autofinanciado para o triénio que se segue: 2017-2019.

Uma última palavra para, em nome de toda a atual Direção da Associação, manifestar o nosso apreço e gratidão:

  • aos associados e utentes dos nossos serviços, pela confiança que em nós depositam;
  • à IGAC, entidade que nos supervisiona, todo o apoio e confiança que em nós depositam, vital para o cumprimento do principal desígnio da ASSOFT – a defesa da Propriedade Intelectual de quem desenvolve e representa software em Portugal;
  • às entidades com quem nos relacionamos, com particular carinho àquelas com quem estabelecemos protocolos de colaboração, pelo seu prestável e precioso apoio;
  • aos nossos colaboradores, pelo seu profissionalismo e incansável dedicação.
Cordiais cumprimentos,

Luis Sousa
Presidente da Direção